E antes que meu sangue tocasse o chão, escorrendo por dentre meus dedos, eu já podia sentir a minha fiel agonia renascendo, voltando a fazer parte de minhas emoções e tomando o lugar daquele aguardado momento masoquista, que eu usava para cicatrizar as feridas da alma, martirizando a perfeição de minha carne.
Quando a dor toma o corpo, a alma se lembra que pode sorrir.
Acontece que sempre foi você. Foi você quando eu passei a ouvir as músicas da banda que te agradava. Foi você quando eu olhei para trás ao dizer o último adeus. Foi você quando fui dormir tarde da noite. Foi você quando nada parecia fazer sentido. E ainda é você. E ainda sou eu, juntamente com aqueles restos de nós que ficaram espalhados pelo chão.
SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI.